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História Panorâmica do Esperanto no Brasil
Primórdios
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1893/1894
FRANCISCO VALDOMIRO LORENZ, pioneiro do movimento esperantista na República Tcheca, emigra para o Brasil, indo morar na Colônia de São Feliciano, no interior do Rio Grande do Sul, tornando-se, dessa forma, o 1º esperantista no Brasil.
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1895-1897
No "Adresaro XVII", que traz os adeptos do esperanto inscritos de outubro de 1895 a janeiro de 1897, aparece a 1ª localidade brasileira, Porto Alegre. Dele consta, sob o nº 3846, o nome de ARNO PHILLIP, redator de "Deutsche Zeitung", que, segundo Hernani Mendes, em seu artigo "Esperanto, seus progressos no Brasil", publicado na Revista Renascença de dezembro/1906, teria, "em 1894, escrito favoravelmente sobre o esperanto, predizendo-lhe o sucesso".
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1897
Segundo Alberto Flores, em palestra proferida em Porto Real, em junho/2003, por ocasião do Encontro de Esperanto do Vale do Paraíba do Sul, sobre CHRISTIANO KRAEMER, seu nome aparece no "Adresaro" do ano de 1897, como adepto do esperanto, residindo em Porto Alegre. Talvez seja dessa mesma época, o gaúcho REYNALDO F. GEYER, mencionado por Hernani Mendes, no artigo anteriormente citado: "Brazilujo estis konata de fremdaj e-istoj nur per kelkaj skribaĵoj de S-ro R. Geyer de Porto Alegre".
O Dr. JÁCOME MARTINS BAGGI DE ARAUJO, desembargador da Relação do Estado do Rio de Janeiro, em Petrópolis, interessando-se pelo esperanto, em conseqüência da leitura de artigos de propaganda insertos na "Revue des Revues", de Paris, dirigiu-se, em fins de 1897, ao Sr. de Beaufront, em Epernay, obtendo livros para o estudo da língua e, em seguida, inscreve-se sob o nº 4098, no Adresaro XVIII, referente a 1897, que traz, também, a inscrição nº 4278, do Sr. FELIX BERNARD ZDANOWSKI, de Porto Alegre.
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1898
ARTHUR AZEVEDO, recebendo de Baggi de Araujo folhetos de propaganda e um exemplar do nº 1 de "LEsperantiste", ocupou-se em sua seção "Palestra", no O PAIZ, de 12 de abril de 1898, com a nova língua internacional. Ao que tudo indica, este foi o primeiro artigo sobre o esperanto, publicado na imprensa brasileira.
No fascículo 76º, de 15 de abril de 1898, da "Revista Brasileira", dirigida por José Veríssimo, MEDEIROS E ALBUQUERQUE publicou um extenso artigo intitulado "Uma Língua Internacional Esperanto", onde discorreu sobre os principais projetos de línguas universais ou internacionais surgidas até então e sobre o esperanto com descrição da gramática e do sistema de afixos, concluindo por aconselhar a seus leitores a aquisição do "Manual de Beaufront", em tradução para o português de J. H. Ferreira.
CAETANO COUTINHO, lendo o artigo de Arthur Azevedo no "O Paiz", interessa-se pelo esperanto e escreve ao Dr. Baggi de Araujo, que responde, imediatamente, e lhe envia duas brochuras de propaganda, informando-lhe, também, a maneira como poderia adquirir livros para estudo. Caetano Coutinho, a partir daí, estuda o idioma e torna-se um fervoroso esperantista.
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1899-1904
A língua, nesse período, se expande para outros cantos do Brasil, graças ao trabalho de divulgadores do esperanto, que remetiam exemplares de métodos de ensino Costa e Almeida a redações de jornais e revistas e a todos que se mostravam interessados. Entre outros, destacam-se nesse trabalho BAGGI DE ARAUJO e CAETANO COUTINHO.
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1904
Surge o 1º livro para ensino do esperanto, editado no Brasil (19 de março). Trata-se da versão em português da obra "Premières leçons dEsperanto", de Théophille Cart, traduzido por Caetano Coutinho e lançado pela Hachette e Cie.
E o Movimento se Organiza
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1906
Funda-se, em março, o 1º grupo esperantista no Brasil, o "Suda Stelaro", na cidade de Campinas, por iniciativa de JOÃO KEATING e de TOBIAS RABELLO LEITE.
Em abril desse mesmo ano, EVERARDO BECKEUSER interessa-se pelo esperanto. Trabalhando como jornalista num dos principais jornais do Brasil na época, O PAIZ, propõe à direção daquele periódico (Alcindo Guanabara) a realização pelas páginas do prestigioso diário de um curso de esperanto. O curso inicia-se em 27 de maio e é dirigido pelo próprio BECKEUSER, que, sentindo-se ainda inseguro (tivera contato inicial com o esperanto, em março!), mas desejoso de propagar o esperanto, oculta-se sob o pseudônimo "Prof. H.X.".
Ainda, por iniciativa de Beckeuser, funda-se, em 29 de junho, o BRAZILA KLUBO ESPERANTO, na cidade do Rio de Janeiro, tornando-se seu primeiro presidente. Em outubro, por sua instigação, surge o Grupo Esperantista de Niterói.
Enquanto isso, em Porto Alegre, CHRISTIANO KRAEMER, R.F. GEYER e BENJAMIM CAMOZATO fazem intensa propaganda, pelas colunas do "Correio do Povo" e por meio de aulas. Como conseqüência desse trabalho, surge, em setembro, naquela cidade, o "ESPERANTA SOCIETO SUD-RIO-GRANDA".
Novas obras surgem em português para o aprendizado do esperanto: "Gramática da Língua Esperanto", de ALBERTO ÁLVARES e LEONEL GONZAGA e o "Primeiro Manual de Esperanto", traduzido e adaptado para o português do francês por MURILLO FURTADO.
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1907
Em abril, é lançado o 1º número da BRAZILA REVUO ESPERANTISTA, sob a redação de ALBERTO ALVARES F. VIEIRA, REYNALDO F. GEYER e EVERARDO BECKEUSER, com artigo de MEDEIROS E ALBUQUERQUE, notícias sobre o movimento esperantista brasileiro e internacional, uma circular convocando o 1º Congresso Brasileiro de Esperanto, com a citação dos nomes de seus organizadores e de um esboço do programa, e ainda um texto de Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, traduzido por F. V. LORENZ.
De 12 a 21 de Julho, realiza-se, no Rio de Janeiro, o 1º Congresso Brasileiro de Esperanto, quando, então, é fundada a BRAZILA LIGO ESPERANTISTA (depois, BRAZILA ESPERANTO-LIGO), em 21/07/1907, tendo sido eleito como seu 1º presidente EVERARDO BECKEUSER.
Avanços e Recuos
- 1909-1936
Durante 1909 e 1913, ocorrem mais quatro Congressos Brasileiros de Esperanto, a saber: São Paulo (1909), Petrópolis (1910), Juiz de Fora (1911) e Rio de Janeiro (1913).
Entretanto, durante a 1ª. Guerra Mundial, a Editora Hachette liquida sua seção de esperanto e os livros para aprendizado do esperanto, em português, pouco a pouco, desaparecem das livrarias.
No período entre 1921 e 1926, são realizados mais três congressos brasileiros: no Rio de Janeiro (em 1921 e 1923) e em Vitória (em 1926).
Somente 10 anos depois, em 1936, é convocado o 9º Congresso Brasileiro de Esperanto, realizado no Rio de Janeiro, com muita pompa e com amplo apoio das autoridades governamentais. O Palácio do Itamarati (Ministério das Relações Exteriores) é cedido para ser a sede do Congresso, que contou com a presença de altas autoridades da República e de eminentes convidados, porém com a presença quase nula de esperantistas
O Movimento Renasce
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1937
Por proposta de ISMAEL GOMES BRAGA, a FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA cria um Departamento de Esperanto, empreendendo não só a edição de livros para aprendizado do esperanto, gramáticas e dicionários, além de obras da doutrina espírita em esperanto, como também disponibiliza através de sua rede de livrarias a venda de livros de esperanto importados. Outrossim, o órgão da FEB, a revista O REFORMADOR, abre espaço para a divulgação do esperanto entre seus milhares de assinantes, espalhados por todo o Brasil.
Sob a liderança de OSWALDO LEITE DE MORAES, é fundado na cidade de São Paulo, em 29/03/1937, o SPEK (São Paulo E-Klubo, que, a partir de 03/02/1962, passa a denominar-se San-Paŭlo E-Asocio e que, em 24/05/1981, adotará o nome de Esperanto-Asocio de San-Paŭlo).
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1942
Surge, no Rio de Janeiro, sob a liderança de DÉLIO PEREIRA DE SOUZA, a ASSOCIAÇàO ESPERANTISTA DO RIO DE JANEIRO (inicialmente, Associação Esperantista do Meyer), que se torna, na década de 40, uma mola propulsora do movimento esperantista no então Distrito Federal, com reflexos positivos em outras regiões brasileiras, em face do seu dinamismo. Surge o periódico RIO ESPERANTISTA e realiza-se, com grande sucesso, a UNUA METROPOLA KONFERENCO DE ESPERANTO, onde são lançadas as bases para o surgimento futuro da COOPERATIVA CULTURAL DOS ESPERANTISTAS.
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1945-1949
Provavelmente bafejada pelos novos ventos, a Liga Brasileira de Esperanto retoma a realização dos Congressos Brasileiros de Esperanto, realizando, em 1945, no Rio de Janeiro, o 10º, em 1947, em São Paulo, o 11º e, em 1949, em Belo Horizonte, o 12º.
A Expansão
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1951
Em 14/07/1951, é fundada, no Rio de Janeiro, sob a liderança de BRAZ COSENZA, a COOPERATIVA CULTURAL DOS ESPERANTISTAS, com um ambicioso plano de trabalho onde era prevista:
- a instalação de uma livraria para venda de obras em ou sobre o esperanto, em pleno centro da capital da república;
- a instalação de uma gráfica própria para a edição de livros em ou sobre o esperanto;
- a abertura de um hotel/restaurante para hospedar no Rio de Janeiro esperantistas estrangeiros e brasileiros de outros estados;
- a organização de uma colônia de férias, destinada ao lazer dos esperantistas.
Ao longo de toda a sua história, a Cooperativa prestou inestimáveis serviços em prol do movimento esperantista brasileiro, destacando-se, principalmente, a edição de dezenas de milhares de exemplares de livros, compreendendo livros didáticos, gramáticas, dicionários, livros de divulgação e obras literárias da cultura brasileira e mundial.
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1952
Realiza-se, em Recife, o 13º Congresso Brasileiro de Esperanto.
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1954
Realiza-se, em Curitiba, o 14º Congresso Brasileiro de Esperanto.
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1956
Inaugura-se, em 15/12/1956, a Livraria "Esperanto", na Avenida 13 de Maio, 47 sobreloja 208 (atual sede da Cooperativa Cultural dos Esperantistas). Em 17/12/1956, inaugura-se a Gráfica Esperanto, no bairro de São Cristóvão.
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1957
Realiza-se, em Niterói, o 15º Congresso Brasileiro de Esperanto, quando é comemorado o 50º aniversário da Liga Brasileira de Esperanto e lançado o volumoso ANAIS DO XV CONGRESSO BRASILEIRO DE ESPERANTO, impresso na Gráfica Esperanto.
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1959
Realiza-se, em Salvador, o 16º Congresso Brasileiro de Esperanto. Festeja-se, com muito entusiasmo, por todo o Brasil, o centenário de Zamenhof, com a edição de inúmeras obras pela Liga Brasileira de Esperanto e pela Cooperativa Cultural dos Esperantistas.
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1961
Realiza-se, em Porto Alegre, o 17º Congresso Brasileiro de Esperanto.
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1964
Realiza-se, em Fortaleza, o 18º Congresso Brasileiro de Esperanto.
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1965
Realiza-se, no Rio de Janeiro, como parte dos festejos do IV Centenário da cidade, o 19º Congresso Brasileiro de Esperanto.
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1966
É realizado, no Rio de Janeiro, o I SEMINÁRIO BRASILEIRO DE ESPERANTO, sob os auspícios da COOPERATIVA CULTURAL DOS ESPERANTISTAS. Sucedem-se mais 16 Seminários, entre 1967 e 1983, que, de certa maneira, substituem os Congressos Brasileiros de Esperanto, interrompidos em 1965, e que só serão retomados, a partir de 1984.
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1967
É fundada, em Santos Dumont, MG, durante o 2º Seminário Brasileiro de Esperanto, a BRAZILA ESPERANTISTA JUNULARA ORGANIZO (BEJO).
Crise e Divisão no Movimento
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1970
A Cooperativa Cultural dos Esperantistas torna-se a segunda associação nacional filiada à UEA. Em protesto, a Liga pede seu desligamento da UEA.
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1974
É fundado, sob a liderança de FRANCISCO ALMADA e NELSON PEREIRA DE SOUZA, o CONSELHO BRASILEIRO DE ESPERANTO, com o objetivo de acabar com a divisão do movimento esperantista brasileiro, bem como propugnar pela transferência da sede nacional do movimento para Brasília.
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1978
Realiza-se, em Marília, SP, o 1º Congresso Latino-Americano de Esperanto, sob os auspícios da Cooperativa Cultural dos Esperantistas e contando com a participação de representantes da Liga Brasileira de Esperanto e do Conselho Brasileiro de Esperanto. A LIGA BRASILEIRA DE ESPERANTO refilia-se à UEA.
- 1981
Realiza-se, em Brasília, o 66º Congresso Universal de Esperanto, com 1746 participantes.
A Caminho da União
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1982
É fundado, em Uberlândia, por ocasião do Seminário Brasileiro de Esperanto lá realizado, o NACIA ESPERANTO-KOMITATO (COMISSÃO NACIONAL DE ESPERANTO), com representação paritária da Liga Brasileira de Esperanto, da Cooperativa Cultural dos Esperantistas e do Conselho Brasileiro de Esperanto, no sentido de estreitar os laços entre essas organizações e de trabalhar em prol da unificação do movimento esperantista brasileiro.
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1983
Realiza-se, em Ouro Preto, MG, o XVI Seminário Brasileiro de Esperanto, ocasião em que a Cooperativa Cultural dos Esperantistas abre mão de organizar outro Seminário, a fim de apoiar o retorno dos Congressos Brasileiros de Esperanto, organizados pela Liga Brasileira de E-o.
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1984
Realiza-se, em Campinas, o 20º Congresso Brasileiro de Esperanto.
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1985
Realiza-se, em Belo Horizonte, o 21º Congresso Brasileiro de Esperanto.
A União faz a Força
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1986
Ocorre, em 31/01/1986, Assembléia Geral da Liga Brasileira de Esperanto, onde é aprovada a fusão com o Conselho Brasileiro de Esperanto, prevalecendo, por ser a mais antiga, a denominação Liga Brasileira de Esperanto para a nova entidade surgida após a fusão. A sede da Liga é transferida do Rio de Janeiro para Brasília, ocupando a antiga sede do Conselho na capital federal.
A Cooperativa Cultural dos Esperantistas desliga-se, espontaneamente, da UEA, reconhecendo o direito histórico da Liga Brasileira de Esperanto de ser a única "landa aliĝinta asocio".
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1986-2001
A Liga realiza, ininterruptamente, a cada ano, os Congressos Brasileiros de Esperanto, a saber: Curitiba (1986), Rio de Janeiro (1987), Maceió (1988), Campo Grande (1989), Salvador (1990), Vitória (1991), Anápolis (1992), São Paulo (1993), Natal (1994), Juiz de Fora (1995), Ribeirão Preto (1996), Curitiba (1997), Salvador (1998), Campo Grande (1999), Petrópolis (2000) e Brasília (2001).
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2002
Realiza-se, em Fortaleza, o 87º Congresso Universal de Esperanto, com 1484 participantes.
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2003
Realiza-se, em Belo Horizonte, o 38º Congresso Brasileiro de Esperanto, com 547 participantes.
Bibliografia
- Brazila Revuo Esperantista, no. 1, Aprilo/1907
- Esperanto-Modelo, L.L. Zamenhof, FEB, 2ª. edição, 1987
- Veterano?, de Ismael Gomes Braga, KKE, 1965
- Analoj de EASP, Gilbert Ledon, la aŭtoro, 1997
- Impulso no 1, BEJO, out-dec/1967
- Christiano Kraemer, palestra de Alberto Flores, 1997
- Rio Esperantista, AERJ, jan-mar/1998
- Brazila Esperantisto, BEL, dez/2001
- Enciklopedio de Esperanto, Hungara E-Asocio, 1979
- Jarlibro UEA, 2002
- Jarlibro BEL, 2001/2002
Palestra proferida por Aloísio Sartorato na sede da
Cooperativa Cultural dos Esperantistas em 5 de dezembro de 2003.
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